CARTA DE PAULO AOS EFÉSIOS - Estudo nº02

  CARTA DE PAULO AOS EFÉSIOS.

Estudo nº 02 - Antonio Lourenço






Este artigo é uma continuação do estudo bíblico da carta de Paulo aos efésios. É um tema muito importante para todos que procuram conhecimento bíblico. Também é indispensável para pessoas que estão à procura de paz na alma, de alegria e segurança para si mesma e para seu lar, e,…porque não incluir também, o seu próprio futuro.

Neste texto, buscaremos mais conhecimentos e, que você possa aplicar nas pregações, nas escolas dominicais e estudos bíblicos. Mas, acima de qualquer propósito, aplicamos o conhecimento santo para o nosso viver no dia a dia.

Continuando o estudo da carta de Paulo para a igreja em Éfeso, deparamos com algumas particularidades da cidade em questão.

Panorama da cidade de Éfeso

O nome Éfeso significa “desejado”. A cidade estava localizada no pequeno Continente da Ásia Menor em um local privilegiado. Dizia-se que “Éfeso ficava na encruzilhada do mundo”. Havia quatro grandes estradas que passavam pela cidade trazendo negociantes e mercadores das mais importantes províncias romanas. 

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Os cidadãos de Éfeso eram muito avançados na cultura e desenvolvidos nas artes, dramas e urbanização. Podia-se dizer que era uma cidade livre. Pois era leal ao império Romano. Historiadores afirmam que a cidade estava autorizada por Roma a ter governo próprio. Os efésios aparentavam gozar de certa liberdade, pois nenhuma opressão pairava sobre esta cidade, nem mesmo a poderosa guarnição romana. 


A Bíblia King James atualizada, nas suas anotações, observa que: “Éfeso foi a cidade mais importante do oeste da Ásia (atual Turquia). Possuía um porto muito desenvolvido e que naquela época, dava acesso ao rio Caister, por qual deságua no mar Egeu. Como a cidade, a exemplo de Corinto, fica numa espécie de encruzilhada entre as mais importantes rotas comerciais, logo se tornou um notável centro comercial cosmopolitano.” 


Os Efésios tinham orgulho do templo pagão que haviam construído em louvor a deusa romana Diana, chamada pelos gregos de Ártemis (At 19.23-31). Paulo logo percebeu o potencial evangelístico da cidade e acabou fazendo de Éfeso o seu centro avançado de evangelização e missões, durante todo o tempo em que esteve ensinando e fazendo discípulos naquela cidade. 



Éfeso foi uma antiga cidade grega na costa de Jônia, construída no século X a.C., por colonos gregos jônicos. Durante a era grega clássica foi uma das doze cidades da Liga Jônica. A cidade floresceu depois que veio sob o controle da República de Roma em 129 a.C. Durante o período romano, foi por muitos anos a segunda maior cidade do Império Romano, apenas atrás de Roma, a capital do império. Tinha uma população de 250.000 habitantes no século I a.C., o que também fazia dela a segunda maior cidade do mundo na época.

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Assim como Antioquia era muito influente em toda a região da Síria e também Alexandria no Egito, Éfeso era a grande capital da província romana da Ásia. Juntas formavam o grupo das três maiores cidades do litoral leste do Mar Mediterrâneo. 


Entre os anos 1 e 4 d. C., durante o período de Cesar Augusto a cidade de Éfeso atingiu o seu auge, tornou-se a capital da província romana na Ásia, que hoje é a parte ocidental da Turquia. A cidade era possuidora de um destacado centro mercantil. Edificada à beira do Rio Cáster, a cinco quilômetros do Mar Egeu, era possuidor de um importante porto marítimo. Embarcações marítimas chegavam e partiam trazendo e levando mercadorias que através do mediterrâneo eram distribuídas ao mundo todo.


Ao longo do tempo, a cidade foi dominada por diferentes impérios: os Romanos, os Jônios, os Lídios, e também os Persas. No entanto, conseguiu manter sempre a liberdade com um sistema de governo próprio. 


Éfeso era também o centro do paganismo, da idolatria, da perversão sexual e da imoralidade. Uma das sete maravilhas do mundo antigo está ali – o templo de Diana (At 19.28). Lugar de intensa idolatria. Nele, floresciam a prostituição, as bebedeiras e as orgias. Tais prazeres mundanos atraiam mercadores, negociantes e viajantes ao templo de Diana. 

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A IDOLATRIA EM ÉFESO

Esta “deusa” - Diana era a padroeira não só do imenso templo, mas também de toda a grande metrópole. Fala-se que prostitutas, eunucos, dançarinas e cantores, praticavam suas orgias dentro desse templo sob a influência espiritual e atitudes sensuais de seus profetas e sacerdotes. No meio desse templo, Satanás possuía um trono; mas foi exatamente debaixo deste quadro espiritual que nasceu direto do coração de Cristo a igreja cristão em Éfeso.


A igreja logo se enraizou e floresceu ali. Entretanto, mais tarde, com o surgimento de falsos mestres, judaizantes e místicos de muitos lugares, o Espírito Santo precisou adverti-la severamente quanto ao grande perigo do esfriamento espiritual (Ap 2.1-7). 


Vários historiadores e biblistas defendem a ideia de que o apóstolo Paulo escreveu aos Efésios na mesma época em que produziu sua epístola aos colossenses por volta dos anos 60 d. C., durante seu aprisionamento em Roma (At 3.1;4.1;6.20). - Por: Antonio Lourenço.





           

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